sexta-feira, 25 de junho de 2010
Cálculo de uma impedância de uma linha bifilar
Onde se usa isto? Este tipo de linha é utilizado até hoje para conectar uma antena externa com uma tv por exemplo. É aquela fita chata, com um fio em cada lado. Ela também é usada para a conexão de transmissores com suas antenas, principalmente em transmissores de ondas médias e curtas, mas nestes casos são construídas de acordo com a impedância e potência desejada.
Aqui está a fórmula:
Zo=276/ raiz quadrada de E x log 2D/d
onde: Zo = impedância da linha
E = constante dielétrica (ar = 1, polietileno = 2,3).
D = espaçamento entre os condutores
d = diâmetro dos condutores.
Este mesmo tipo de cálculo se aplica em cabos coaxiais. Geralmente encontramos cabos coaxiais com impedância de 75 Ohms (mais usados em recepção) e 50 Ohms (mais usados em transmissão).
Para calcularmos a impedância destes cabos utilizamos a expressão:
Zo = 138/raiz quadrada de E x log D/d
Onde: Zo = impedância do cabo.
E = constante, a mesma anterior.
D = diâmetro interno do condutor externo, geralmente uma malha trançada.
d = diâmetro externo do condutor interno ( em cabos de 75 Ohms é um fio rígido e em cabos de 50 Ohms são fios trançados).
Observações:
- Existem muitos tipos de cabos coaxiais, para diversas aplicações e que podem ter características mecânicas relativamente diferentes.
- Hoje em dia a fita chata já está quase totalmente substituída por cabos coaxiais de 75 Ohms na ligação entre antenas externas e tvs.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Cálculo de atenuação no espaço livre
Veja a fórmula:
Ao = 28,1 + 20log d (Km) + 20log f (Mhz) - Em relação a dBd.
ou
Ao = 32,4 + 20log d (Km) + 20log f (Mhz) - Em relação a dBi.
Onde: Ao = atenuação no espaço livre.
d = distância que deve ser colocada em Km.
f = freqüência que deve ser colocada em Mhz.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Mas o que é dBd e dBi?
Mas o que é uma antena dipolo? Uma antena dipolo é o tipo mais simples de antena. São duas hastes com o comprimento de ¼ de onda ligados uma ao lado da outra (veja figura abaixo) no centro das duas hastes (ponto X) é que é ligado o cabo que irá levar o sinal captado até o receptor ou entregará o sinal proveniente do transmissor.
¼ de onda------------------------ X ------------------------- ¼ de onda
Este tipo de antena transmite ou recebe dos dois lados, o lado que você está vendo e o outro, e não transmite para as extremidades.
Já uma antena isotrópica seria como um ponto que transmitiria para todos os lados.
Às vezes quando compramos uma antena no manual está escrito o ganho dela expresso em dBi ou dBd, para convertermos um em outro é só aplicar a equação:
dBi = 2,15 + dBd.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
TV - Qualidade Total
O Mitsubishi HDTV é o primeiro televisor de alta definição a laser do mundo. O aparelho, lançado em abril de 2006, impressiona não somente pelo visual inovador, mas também pela qualidade da imagem. A gama de cores oferecida é quase duas vezes maior que a de um aparelho de tela de cristal líquido (LCD), o que confere ao televisor uma definição nunca antes alcançada. O preço do Mitsubishi HDTV varia de acordo com o tamanho e o modelo do aparelho, mas uma televisão de
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Brasil continua a ser reconhecido no cenário internacional com a TV Digital mais avançada do mundo
domingo, 21 de junho de 2009
Conectividade
Começa o reinado exclusivo da TV digital nos EUA
Nesse momento, deixarão de funcionar todos os aparelhos com uma antena de teto ou daquelas fixadas na própria TV, a menos que seus proprietários tenham comprado um conversor digital, um televisor já adaptado à nova tecnologia ou sejam assinantes de um serviço por cabo ou satélite.
Segundo fontes da indústria, a partir desse momento os que possuírem o sistema digital poderão aproveitar uma melhor imagem e uma maior oferta de canais. Os conversores digitais custam entre US$ 50 e US$ 80 nos Estados Unidos atualmente.
No entanto, segundo o jornal "The Washington Post", a mudança deixará sem imagens cerca de três milhões de lares que dependem de um aparelho televisor analógico e que não realizaram a mudança. Em sua página digital, o jornal indicou que se trata principalmente de lares rurais, de baixos recursos ou onde vivem pessoas com pouco conhecimento de inglês.
O "Washington Post" acrescentou que um programa federal que deveria subsidiar a compra dos conversores ficou sem dinheiro e não soube informar devidamente sobre a necessidade de contar com equipamentos adicionais para receber a televisão digital.
"Os problemas para essa gente serão muito maiores do que tinha sido previsto", disse ao jornal John Carey, professor de comunicações da Universidade Fordham.