sexta-feira, 1 de março de 2013

TV digital permitirá acesso a serviços bancários

TV com Ginga

         A TV digital no Brasil terá novidades a partir deste ano.
         Como contrapartida aos incentivos fiscais que estão recebendo, os fabricantes de televisores serão obrigados a produzir aparelhos com o padrão de interatividade estabelecido pelo governo.
         A medida começa a valer já em 2013.
         A meta é de que 90% dos televisores comercializados no país cheguem aos consumidores com o sistema Ginga instalado até 2014.
         O sistema Ginga, que foi implementado em 2007, quando entrou em operação o Sistema Brasileiro de TV Digital, traz novas funções ao ambiente da TV.
         O programa, que é um software livre nacional, possibilita que o telespectador faça bem mais do que consultar informações sobre a programação.
Banco pela TV

         Uma das novas aplicações para a televisão digital é o t-banking - serviços bancários pela TV - que utiliza um sistema desenvolvido pela empresa TQTVD, do Rio de Janeiro.
         A ferramenta é compatível com o modelo operacional brasileiro para acesso seguro a serviços bancários, com a diferença de que tudo é feito através do controle remoto.
         O próximo passo deverá ser a integração da TV com os tablets e smartphones.
         "Acreditamos que o público possa pesquisar informações no tablet ou no smartphone enquanto assiste à televisão," explica David Britto, diretor técnico da TQTVD.
         Estão previstas também funções de compra de produtos pela internet.
         As mudanças fazem parte do processo de migração das transmissões analógicas para as digitais, que deve ser concluído em 2016.



Com informações da FINEP - 07/02/2013

Frequência da tecnologia 4G está ocupada em 885 cidades

         Upgrade

        O sinal de televisão analógica terá que ser desligado em 885 municípios brasileiros para possibilitar o uso da faixa de 700 megahertz (MHz) pela tecnologia de banda larga móvel de quarta geração (4G).
         Segundo o secretário de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, essas cidades concentram entre 60% e 70% da população do país.
         "Não é muita coisa se for pensar em quantidade de municípios, mas é muita coisa em quantidade de população", disse Lins,
         Segundo ele, nessas cidades o desligamento do sinal de televisão analógico deve começar em 2015.
Leilão 4G

         O leilão para destinar a faixa de 700 MHz para a tecnologia 4G deve ocorrer no ano que vem.
         A faixa de 700 MHz é uma das possibilidades para a oferta de 4G no país. No ano passado, o governo licitou a faixa de frequência de 2,5 gigahertz (GHz), também para essa tecnologia, que já começou a ser oferecida em algumas cidades.
         Atualmente, a faixa é ocupada por emissoras de televisão analógica, que vão precisar digitalizar suas transmissões antes de desocupar o espectro.
         Já o conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Jarbas Valente, disse que o governo vai garantir o acesso à televisão aberta, mesmo que isso signifique destinar menos espaço para as operadoras de telefonia oferecerem o 4G.
         Segundo ele, uma das possibilidades para desocupar mais rapidamente a faixa de 700 MHz é migrar as emissoras para canais de UHF, antes mesmo da digitalização do sinal.
 
 
Com informações da Agência Brasil - 21/02/2013

terça-feira, 28 de agosto de 2012

New HEVC video compression wins big over today's standard

          When it comes to very high-resolution video, researchers concluded that a new video compression technology is a big step up from today's prevailing H.264 standard.
          A new compression technology represents a significant improvement over today's standard, a new study found. The result could help pave the way for video with at least four times the pixels of today's 1080p standard.
          The new compression technology, called HEVC or H.265, is significantly better than today's prevailing standard video codec, called AVC or H.264, researchers from the Ecole Polytechnique Federale de Lausanne in Lausanne, Switzerland, concluded.
          "The test results clearly exhibited a substantial improvement in compression performance, as compared to AVC," the researchers said. "As ultra-high definition television has recently been demonstrated to be the future of television, the upcoming HEVC video compression standard seems to be one of the key elements towards a wide deployment of 4K and 8K resolutions."
          HEVC has been tested with mathematical measurements, but this study tested 30 actual people, an important factor since technical measurements such as signal-to-noise ratio don't necessarily match up perfectly with actual human perception of quality. The test subjects compared videos compressed with each codec to high-quality 3840x2160 video -- quad full HD, or QFHD, one of a few resolutions generally given the 4K label.
          The High Efficiency Video Coding technology, now in the final stages of standardization, is expected to be twice as good as H.264, meaning that it can match its image quality using only half as many bits per second. That's a potential boon for the industry, which is struggling to improve image quality and meet video-streaming demand without taxing bandwidth too much.
          The video compression improvements could help with everything from network-constrained mobile video to ordinary broadband streaming video. The study emphasized 4K video, an area where H.264 bitrates would lag those of HEVC.
          In the study, people compared three videos -- one with traffic moving by, one with people on a street, and one with animation. The traffic and animation videos were easier to handle; the first had relatively little movement from one frame of video to the next, and the second had low noise. The people-on-the-street video, though, had a lot of information in each frame, and it changed rapidly from frame to frame, so it proved the most taxing for the codecs.
          Comparing the codecs at various bitrates, HEVC outdid H.264 in four out of five cases for the people on the street. The fifth case, at the highest bitrate, was a tie. For the animation, HEVC swept H.264 at all bitrates. For the traffic video, it only outdid H.264 at one bitrate. In no cases did H.264 outdo HEVC; the best result it could muster was a tie.
          HEVC comes at a price, though: it takes more processing power to encode and decode video than H.264.
          The study, by Philippe Hanhart, Martin Rerabek, Francesca De Simone, and Touradj Ebrahimi, is detailed in a new paper for theSPIE Optics and Photonics conference in August and in an online presentation.
          H.264 is very well established in the industry, used in everything from Blu-ray discs and videocameras and TV broadcasts and Web video. Cementing its position is hardware decoding support built into many processors, a feature that improves performance and cuts battery usage on mobile devices.
          Not everybody is happy with H.264, though. Required patent royalty payments mean it can't be used in open-source software such as the Firefox Web browser, but H.264's popularity for streaming video has effectively imposed a tax on products that need to handle online video. Free online video services may stream H.264 video for free, but operating systems, computing devices, optical disks, and for-fee streaming video services must pay a royalty.
          HEVC looks likely to follow the same payment direction. It and H.264 both stemmed from a joint effort of ITU-T Video Coding Experts Group (VCEG) and the ISO/IECE Moving Picture Experts Group (MPEG), and a group called MPEG LA licenses the group of patents it deems essential to support H.264.  The group has issued a request for any patents that bear on HEVC.
Fonte: CN.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ministro cogita nova data para apagão analógico

Prevendo dificuldades que possam ser encontradas durante o processo de desligamento do sinal analógico, datado para o ano de 2016, o ministro Paulo Bernardes afirmou uma possibilidade de adiamento desta data.


          O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, acenou ontem (20) com a possibilidade de o prazo para desligamento do sinal para televisores analógicos, previsto para 2016, ser adiado, caso parte considerável da população ainda não tenha adquirido os conversores ou aparelhos necessários ao aproveitamento do sinal digital. Ele também estimou que o padrão tecnológico da rádio digital no Brasil será definido até o fim do ano.
          "O prazo de 2016 [para desligamento do sinal analógico] está mantido, mas pode mudar enquanto houver número razoável de receptores analógicos funcionando nas residências", disse Paulo Bernardo, após participar de palestra no Congresso Brasileiro de Radiodifusão. "Sabemos que um número muito grande de pessoas já possui TVs digitais, mas talvez a metade ainda tenha aparelhos analógicos", acrescentou.
          Pouco antes de iniciar a palestra, Paulo Bernardo confirmou que, até o final do ano, o padrão tecnológico das rádios digitais deverá estar definido. A exemplo do que disse sobre a transição da TV analógica para a digital, as rádios digitais deverão transmitir nos dois sinais enquanto os ouvintes não trocarem seus aparelhos.
          O ministro reiterou, ainda, as vantagens de os processos relativos à engenharia das rádios digitais serem repassados do Ministério das Comunicações para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). "A agência tem corpo técnico mais numeroso e melhor preparado que o Ministério das Comunicações. Afinal, são cerca de oito a dez mil processos ligados a engenharia, tratando de assuntos como variação de potência e da localização de transmissores", disse.
          "Já estamos testando alguns dos grandes sistemas [de rádio digital] que existem no cenário internacional. Queremos que os aparelhos [para recepção do sinal digital] sejam fabricados no Brasil a preço popular, acessível às famílias", completou.

Fonte: PP

sábado, 9 de junho de 2012

TVs devem se tornar portais interativos para sobreviver

          Segundo declarações feitas por um executivo da Panasonic, as televisões devem evoluir para tornarem-se completamente interativas e conectadas a serviços online, visando manter sua posição de centro das atenções dentro das casas.
          Apps e recursos da internet e a habilidade de interagir com outros dispositivos, como telefones e tablets, são agora tão importantes quanto a qualidade da imagem e do design. "Smart Tvs continuarão a evoluir para serem dispositivos de comunicação interativos dentro de casa", disse o diretor de gestão da unidade de televisão da Panasonic, Hirotoshi Uehara, durante apresentação na feira Computex, que ainda está acontecendo em Taiwan.
          As configurações mais recentes da Panasonic suportam browsers com HTML5, versão essa que permite aos desenvolvedores criar mais facilmente sites interativos, bem como aplicativos e serviços baseados em nuvem. As televisões da empresa interagem ainda com smartphones e tablets, permitindo aos usuários trocar fotos e vídeos entre os dispositivos e utilizar aparelhos como se fossem controles remoto. Uehara disse que a companhia contratou uma porção de programadores para desenvolverem seus programas. A atual estratégia da companhia visa posicionar as televisões no centro da "onda smart", na qual pode-se conectar serviços online e fazer downloads de softwares.
          A indústria televisiva está preocupada com a Apple, por conta dos rumores de que a gigante prepara sua própria televisão. Os constantes boatos sobre se e quando a companhia irá revelar o dispositivo aumentou muito nos últimos tempos com a aproximação da Apple's Wordwide Developers Conference, que acontecerá durante o mês de junho, em São Francisco.
          Juntamente com outras marcas, como Sony e Sharp, a Panasonic tem lutado para evitar perdas em seus negócios televisivos. Em março, a companhia registrou um prejuízo de quase 10 bilhões de dólares no ano fiscal, o maior na história de uma fabricante japonesa.
          A companhia com sede em Osaka continua a apostar na tecnologia plasma como parte da estratégia, que é tecnicamente superior a de LCD em áreas como velocidade de refresh da tela, mas ainda não consegue alcançar outros fabricantes. Isso porque equipamentos e componentes necessários para a produção estão cada vez mais escassos e caros. Ainda assim, Uehara afirmou que a companhia continuará a oferecer ambas as tecnologias - plasma e LCD.



terça-feira, 5 de junho de 2012

Corning e Sharp apresentam protótipos de telas flexíveis


          Protótipo revelado pela SharpA Sharp e a Corning, duas grandes fabricantes de display, anunciaram cada uma seus protótipos para telas LCD e OLED flexíveis.
          As novas telas da Sharp são finas como uma folha de papel. A empresa usa a tecnologia de óxido de índio e zinco gálio (IGZO) para criar os displays LCD e OLED com imagens de excelente qualidade e baixo consumo de energia.O protótipo exibido pela Sharp possui 4,9 polegadas e resolução de 720 x 1280 pixels. 
          A empresa também já desenvolve outro modelo de 6,1 polegadas e resolução de 2560 x 1600 pixels. Segundo a empresa, modelos de 3,4 polegadas (resolução de 540 x 960 pixels) e displays OLED de 13,5 polegadas com resolução 3840 x 2160 pixels também serão produzidas futuramente.
          A Corning, fabricante do conhecido Gorilla Glass, também revelou detalhes do seu projeto para vidro flexível para smartphones.



           Seu novo produto recebe o nome de Willow Glass e tem a espessura de 100 mícron (um mícron equivale a milésima parte de um milímetro), que poderá ser utilizada como um substrato flexível para painéis LCD e OLED.
           O Willow Glass poderá deixar os dispositivos mais leves e também resistentes, uma vez que conta também com as tecnologias antirrisco do Gorilla Glass. Segundo a Corning, o Willow Glass aparecerá primeiro em smartphones, mas a empresa também planeja utilizá-lo em outras vertentes como células solares e iluminação.

Novo chipset é 1.000 vezes mais rápido que Bluetooth


          Pesquisadores de Cingapura construíram e testaram um novo chipset que transfere 80 músicas MP3 entre dois aparelhos móveis em 1 segundo.
          Isto é o equivalente a transferir o conteúdo de um DVD - um filme de 2 horas "pesando" 8 gigabytes em meio minuto.
          Tente fazer isso por uma conexão Bluetooth e você levará 8,5 horas.
          Essa velocidade sem precedentes para a plataforma de transmissão de dados sem fios foi obtida por Yeo Kiat Seng e seus colegas da Universidade Tecnológica de Nanyang e do Instituto AStar.

TV e projetor sem fios

          O microchip alcança velocidades de transmissão sustentadas de 2 gigabytes por segundo, o que é 1.000 vezes mais rápido do que uma conexão Bluetooth.
          Segundo os pesquisadores, usando ondas de rádio na faixa dos milímetros é possível transmitir grandes pacotes de informação sem consumir muita energia.
          Isto torna o novo "chip wireless", batizado de Virtus, adequado para smartphones e tablets, bem como para a transmissão de dados sem fios entre TVs e projetores, algo inédito até agora.

Chipset wireless

          O chipset inteiro possui três componentes: uma antena, um transmissor/receptor completo de rádio e um processador de banda base, que permite que um canal único utilize toda a largura de banda disponível.
          Segundo a equipe, o processador de banda base é essencial para o baixo consumo de energia do sistema.
          Ele recebe o sinal, captado pela antena e filtrado e amplificado pelo transceptor, e efetua um processamento analógico não-linear e um processamento digital paralelo.
          O chip Virtus será apresentado publicamente durante a Computex de Taiwan, que ocorrerá neste mês de Junho. Mas os cientistas afirmam que já existem contatos com fabricantes para colocá-lo no mercado.