terça-feira, 28 de agosto de 2012

New HEVC video compression wins big over today's standard

          When it comes to very high-resolution video, researchers concluded that a new video compression technology is a big step up from today's prevailing H.264 standard.
          A new compression technology represents a significant improvement over today's standard, a new study found. The result could help pave the way for video with at least four times the pixels of today's 1080p standard.
          The new compression technology, called HEVC or H.265, is significantly better than today's prevailing standard video codec, called AVC or H.264, researchers from the Ecole Polytechnique Federale de Lausanne in Lausanne, Switzerland, concluded.
          "The test results clearly exhibited a substantial improvement in compression performance, as compared to AVC," the researchers said. "As ultra-high definition television has recently been demonstrated to be the future of television, the upcoming HEVC video compression standard seems to be one of the key elements towards a wide deployment of 4K and 8K resolutions."
          HEVC has been tested with mathematical measurements, but this study tested 30 actual people, an important factor since technical measurements such as signal-to-noise ratio don't necessarily match up perfectly with actual human perception of quality. The test subjects compared videos compressed with each codec to high-quality 3840x2160 video -- quad full HD, or QFHD, one of a few resolutions generally given the 4K label.
          The High Efficiency Video Coding technology, now in the final stages of standardization, is expected to be twice as good as H.264, meaning that it can match its image quality using only half as many bits per second. That's a potential boon for the industry, which is struggling to improve image quality and meet video-streaming demand without taxing bandwidth too much.
          The video compression improvements could help with everything from network-constrained mobile video to ordinary broadband streaming video. The study emphasized 4K video, an area where H.264 bitrates would lag those of HEVC.
          In the study, people compared three videos -- one with traffic moving by, one with people on a street, and one with animation. The traffic and animation videos were easier to handle; the first had relatively little movement from one frame of video to the next, and the second had low noise. The people-on-the-street video, though, had a lot of information in each frame, and it changed rapidly from frame to frame, so it proved the most taxing for the codecs.
          Comparing the codecs at various bitrates, HEVC outdid H.264 in four out of five cases for the people on the street. The fifth case, at the highest bitrate, was a tie. For the animation, HEVC swept H.264 at all bitrates. For the traffic video, it only outdid H.264 at one bitrate. In no cases did H.264 outdo HEVC; the best result it could muster was a tie.
          HEVC comes at a price, though: it takes more processing power to encode and decode video than H.264.
          The study, by Philippe Hanhart, Martin Rerabek, Francesca De Simone, and Touradj Ebrahimi, is detailed in a new paper for theSPIE Optics and Photonics conference in August and in an online presentation.
          H.264 is very well established in the industry, used in everything from Blu-ray discs and videocameras and TV broadcasts and Web video. Cementing its position is hardware decoding support built into many processors, a feature that improves performance and cuts battery usage on mobile devices.
          Not everybody is happy with H.264, though. Required patent royalty payments mean it can't be used in open-source software such as the Firefox Web browser, but H.264's popularity for streaming video has effectively imposed a tax on products that need to handle online video. Free online video services may stream H.264 video for free, but operating systems, computing devices, optical disks, and for-fee streaming video services must pay a royalty.
          HEVC looks likely to follow the same payment direction. It and H.264 both stemmed from a joint effort of ITU-T Video Coding Experts Group (VCEG) and the ISO/IECE Moving Picture Experts Group (MPEG), and a group called MPEG LA licenses the group of patents it deems essential to support H.264.  The group has issued a request for any patents that bear on HEVC.
Fonte: CN.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ministro cogita nova data para apagão analógico

Prevendo dificuldades que possam ser encontradas durante o processo de desligamento do sinal analógico, datado para o ano de 2016, o ministro Paulo Bernardes afirmou uma possibilidade de adiamento desta data.


          O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, acenou ontem (20) com a possibilidade de o prazo para desligamento do sinal para televisores analógicos, previsto para 2016, ser adiado, caso parte considerável da população ainda não tenha adquirido os conversores ou aparelhos necessários ao aproveitamento do sinal digital. Ele também estimou que o padrão tecnológico da rádio digital no Brasil será definido até o fim do ano.
          "O prazo de 2016 [para desligamento do sinal analógico] está mantido, mas pode mudar enquanto houver número razoável de receptores analógicos funcionando nas residências", disse Paulo Bernardo, após participar de palestra no Congresso Brasileiro de Radiodifusão. "Sabemos que um número muito grande de pessoas já possui TVs digitais, mas talvez a metade ainda tenha aparelhos analógicos", acrescentou.
          Pouco antes de iniciar a palestra, Paulo Bernardo confirmou que, até o final do ano, o padrão tecnológico das rádios digitais deverá estar definido. A exemplo do que disse sobre a transição da TV analógica para a digital, as rádios digitais deverão transmitir nos dois sinais enquanto os ouvintes não trocarem seus aparelhos.
          O ministro reiterou, ainda, as vantagens de os processos relativos à engenharia das rádios digitais serem repassados do Ministério das Comunicações para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). "A agência tem corpo técnico mais numeroso e melhor preparado que o Ministério das Comunicações. Afinal, são cerca de oito a dez mil processos ligados a engenharia, tratando de assuntos como variação de potência e da localização de transmissores", disse.
          "Já estamos testando alguns dos grandes sistemas [de rádio digital] que existem no cenário internacional. Queremos que os aparelhos [para recepção do sinal digital] sejam fabricados no Brasil a preço popular, acessível às famílias", completou.

Fonte: PP

sábado, 9 de junho de 2012

TVs devem se tornar portais interativos para sobreviver

          Segundo declarações feitas por um executivo da Panasonic, as televisões devem evoluir para tornarem-se completamente interativas e conectadas a serviços online, visando manter sua posição de centro das atenções dentro das casas.
          Apps e recursos da internet e a habilidade de interagir com outros dispositivos, como telefones e tablets, são agora tão importantes quanto a qualidade da imagem e do design. "Smart Tvs continuarão a evoluir para serem dispositivos de comunicação interativos dentro de casa", disse o diretor de gestão da unidade de televisão da Panasonic, Hirotoshi Uehara, durante apresentação na feira Computex, que ainda está acontecendo em Taiwan.
          As configurações mais recentes da Panasonic suportam browsers com HTML5, versão essa que permite aos desenvolvedores criar mais facilmente sites interativos, bem como aplicativos e serviços baseados em nuvem. As televisões da empresa interagem ainda com smartphones e tablets, permitindo aos usuários trocar fotos e vídeos entre os dispositivos e utilizar aparelhos como se fossem controles remoto. Uehara disse que a companhia contratou uma porção de programadores para desenvolverem seus programas. A atual estratégia da companhia visa posicionar as televisões no centro da "onda smart", na qual pode-se conectar serviços online e fazer downloads de softwares.
          A indústria televisiva está preocupada com a Apple, por conta dos rumores de que a gigante prepara sua própria televisão. Os constantes boatos sobre se e quando a companhia irá revelar o dispositivo aumentou muito nos últimos tempos com a aproximação da Apple's Wordwide Developers Conference, que acontecerá durante o mês de junho, em São Francisco.
          Juntamente com outras marcas, como Sony e Sharp, a Panasonic tem lutado para evitar perdas em seus negócios televisivos. Em março, a companhia registrou um prejuízo de quase 10 bilhões de dólares no ano fiscal, o maior na história de uma fabricante japonesa.
          A companhia com sede em Osaka continua a apostar na tecnologia plasma como parte da estratégia, que é tecnicamente superior a de LCD em áreas como velocidade de refresh da tela, mas ainda não consegue alcançar outros fabricantes. Isso porque equipamentos e componentes necessários para a produção estão cada vez mais escassos e caros. Ainda assim, Uehara afirmou que a companhia continuará a oferecer ambas as tecnologias - plasma e LCD.



terça-feira, 5 de junho de 2012

Corning e Sharp apresentam protótipos de telas flexíveis


          Protótipo revelado pela SharpA Sharp e a Corning, duas grandes fabricantes de display, anunciaram cada uma seus protótipos para telas LCD e OLED flexíveis.
          As novas telas da Sharp são finas como uma folha de papel. A empresa usa a tecnologia de óxido de índio e zinco gálio (IGZO) para criar os displays LCD e OLED com imagens de excelente qualidade e baixo consumo de energia.O protótipo exibido pela Sharp possui 4,9 polegadas e resolução de 720 x 1280 pixels. 
          A empresa também já desenvolve outro modelo de 6,1 polegadas e resolução de 2560 x 1600 pixels. Segundo a empresa, modelos de 3,4 polegadas (resolução de 540 x 960 pixels) e displays OLED de 13,5 polegadas com resolução 3840 x 2160 pixels também serão produzidas futuramente.
          A Corning, fabricante do conhecido Gorilla Glass, também revelou detalhes do seu projeto para vidro flexível para smartphones.



           Seu novo produto recebe o nome de Willow Glass e tem a espessura de 100 mícron (um mícron equivale a milésima parte de um milímetro), que poderá ser utilizada como um substrato flexível para painéis LCD e OLED.
           O Willow Glass poderá deixar os dispositivos mais leves e também resistentes, uma vez que conta também com as tecnologias antirrisco do Gorilla Glass. Segundo a Corning, o Willow Glass aparecerá primeiro em smartphones, mas a empresa também planeja utilizá-lo em outras vertentes como células solares e iluminação.

Novo chipset é 1.000 vezes mais rápido que Bluetooth


          Pesquisadores de Cingapura construíram e testaram um novo chipset que transfere 80 músicas MP3 entre dois aparelhos móveis em 1 segundo.
          Isto é o equivalente a transferir o conteúdo de um DVD - um filme de 2 horas "pesando" 8 gigabytes em meio minuto.
          Tente fazer isso por uma conexão Bluetooth e você levará 8,5 horas.
          Essa velocidade sem precedentes para a plataforma de transmissão de dados sem fios foi obtida por Yeo Kiat Seng e seus colegas da Universidade Tecnológica de Nanyang e do Instituto AStar.

TV e projetor sem fios

          O microchip alcança velocidades de transmissão sustentadas de 2 gigabytes por segundo, o que é 1.000 vezes mais rápido do que uma conexão Bluetooth.
          Segundo os pesquisadores, usando ondas de rádio na faixa dos milímetros é possível transmitir grandes pacotes de informação sem consumir muita energia.
          Isto torna o novo "chip wireless", batizado de Virtus, adequado para smartphones e tablets, bem como para a transmissão de dados sem fios entre TVs e projetores, algo inédito até agora.

Chipset wireless

          O chipset inteiro possui três componentes: uma antena, um transmissor/receptor completo de rádio e um processador de banda base, que permite que um canal único utilize toda a largura de banda disponível.
          Segundo a equipe, o processador de banda base é essencial para o baixo consumo de energia do sistema.
          Ele recebe o sinal, captado pela antena e filtrado e amplificado pelo transceptor, e efetua um processamento analógico não-linear e um processamento digital paralelo.
          O chip Virtus será apresentado publicamente durante a Computex de Taiwan, que ocorrerá neste mês de Junho. Mas os cientistas afirmam que já existem contatos com fabricantes para colocá-lo no mercado.



sábado, 12 de maio de 2012

O que é o servidor L?

          O servidor L é um dos 13 servidores originais da Internet no mundo (há dez instalados nos Estados Unidos, dois na Europa e um no Japão). Antes desses 14 servidores L, o Brasil já possuía outros cinco servidores-raiz. Um F, um L e um J localizados em São Paulo, outro J, em Brasília e um I, em Porto Alegre. O que os diferencia? A organização encarregada da sua administração. O servidor L e seus espelhos são gerenciados pela ICANN. O J, pela Verisign. O, F, pelo ICS – Internet Systems Consortium. O I, pela Netnod.
          Uma limitação tecnológica impede que os servidores originais sejam mais de 13. Por isso, foi desenvolvida uma técnica chamada “anycast”, que permite criar clones desses servidores-raiz, chamados de servidores espelhos, que uma vez operativos, não podem ser distinguidos dos originais. O Brasil, portanto, acaba de receber 14 novas cópias anycast do servidor L da ICANN.
           O acordo que permitiu a implementação dessas cópias do servidor raiz “L” na América Latina e o Caribe (região a qual pertence o Brasil, foi assinada pela ICANN e o Registro de Endereçamento da Internet da América Latina e o Caribe (LACNIC) em março deste ano.
           Desde 2010, o Brasil era uma dos poucos países do mundo a ter servidores espelhos da Internet operando no país: cinco. O primeiro deles começou a operar em 2003, já com o objetivo de diminuir o tempo de resolução de nomes de todos os domínios, baratear os custos de interconexão de rede e aumentar a autonomia e a confiabilidade no acesso global ao DNS por brasileiros.
          Até 2003, o internauta que precisasse acessar os servidores-raiz mais próximos levava aproximadamente mais de 100 milissegundos para obter a resposta, o que tornava a navegação mais lenta. Com esses novos servidores, uma rede conectada aos PTTs realizam o mesmo procedimento em menos de 10 milissegundos.

Internet pode ficar ainda mais rápida e segura no Brasil

          O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em cooperação com a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), instalou no Brasil, nos últimos dois meses, 14 novas cópias do servidor L da ICANN, um dos servidores-raiz de nomes da Internet.
           Para quem chegou agora, servidores-raiz de nomes são uma parte crítica da Internet. Eles são a mais alta hierarquia de servidores responsáveis pela transformação de nomes de sites, como www.idgnow.com.br, em endereços IP (Internet Protocol) usados pelos computadores. Poucos países possuem mais de quatro cópias de servidores DNS raiz. Entre eles estão Alemanha, Austrália, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido.
          “Esses novos servidores distribuídos no Brasil fazem parte de um esforço global para melhorar o tempo de resposta, a segurança e a estabilidade do sistema da DNS geral, para todos os usuários”, explica Joe Abley, diretor de operações DNS da ICANN.
          Segundo o comunicado distribuído pelo NIC.br, a partir de hoje, as cópias deste servidor-raiz (o l.root-servers.net, administrado pela ICANN) passam a operar juntamente com servidores do domínio .br em 14 dos 20 Pontos de Troca de Tráfego ( os PTTs) responsáveis pela interconexão direta entre as redes que compõem a Internet brasileira.
           Os PPTs garantem que o tráfego internet seja resolvido direta e localmente e não através de redes de terceiros, muitas vezes fisicamente distantes. Trocando em miúdos, provedores de acesso e de conteúdo conectados a um PTT controlam melhor o tráfego que entra e sai de sua rede e são capazes de reduzir os custos decorrentes da troca de tráfego, aumentar a segurança, reduzir a latência… Ou seja, de oferecer uma operação mais eficiente e melhor para os clientes da sua rede e para a Internet como um todo”, explica Milton Milton Kaoru Kashiwakura, diretor de projetos especiais e de desenvolvimento do NIC.br.
           Agora, pense no ganho ao agregar a tudo isso a resolução de domínios… “Significa que a resolução do DNS vai ser mais rápida, porque vai estar mais próxima da rede do usuários. O tempo de resposta diminui muito”, explica Hugo Koji Kobayashi, gerente de Engenharia e Sistemas do Registro.br/NIC.br.
           E não só. “O impacto mais relevante dessa nova infraestrutura é o grande aumento na segurança, ao distribuir a conectividade internacional para o serviço de resolução de nomes junto à raiz da Internet dentro do país, e de forma independente”, explica Frederico Neves, diretor de serviços e tecnologia do NIC.br.
          Ela distribui por toda a internet brasileira, em nível metropolitano, a capacidade de resolução de nomes e consequentemente a resiliência para suportar possíveis abusos ou ataques ao serviços DNS. “Imagina um ataque de DDoS em um servidor-raiz, na Califórnia. Se ele não for muito bem distribuído, não vai conseguir afetar todas as cópias do servidor”, afirma Kobayashi. O mesmo vale para um ataque direcionado a um servidor de Brasília. Eles só será capaz de afetar os provedores que estiverem conectados ao PTT de Brasília. Todos os demais continuarão operando normalmente.